A música independente não para e o legal é que tem para
todos os gostos e estilos.
Samba, ritmos eletrônicos, mpb e punk coexistem com uma força e categoria que
só o músico brasileiro que vive nos perrengues para manter a carreira é que
pode ter.
Anastácia é uma cantora vinda do Espirito Santo e que tem raízes no samba e mantém sua base em matrizes étnicas bem definidas e pregando o empoderamento feminino como bandeira.
Em suas canções deixa bem claro que a igualdade tem que ser realidade e que o lugar da mulher é onde ela quiser.
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fotos: instagram @anastaciaoficiall |
Cantora e compositora, Anastácia foi premiada no festival SESI de Música por dois anos consecutivos.
Além de fazer a abertura de shows de gente com o peso de Jair Rodrigues e Ivan Lins, também foi a interprete no espetáculo Samba Buarque de Holanda, além de ter emprestado seus dotes vocais à mestres do samba que vão de Xande de Pilares até Mônaco, passando por Arlindo Cruz e Diogo Nogueira.
No currículo, Anastácia tem um disco completo que leva seu nome lançado em 2021 e mais três singles anteriores. (Aqui => Anastácia )
Agora, como parte do projeto de remixes em que convida DJ´s e produtores para repaginar algumas canções de seu disco de estreia, chega às plataformas o single “Eu Não” (Toca Discos), originalmente um samba clássico e uma das canções mais pedidas em seus shows e que agora conta com a participação de Afronta MC e remix de Barol Beats em uma nova roupagem.
O single é o segundo do projeto e vem na sequencia de “Bêbada”, que havia sido remixada pelo coletivo Rev Beats.
Ouça sem preconceito (aliás, faça tudo na sua vida sem esse ranço) e a diversão é garantida.
Morgado é carioca e já trabalhou com ritmos como o trap, o rap e o R&B, mas também já se aventurou pelo rock e até Mpb.
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foto: Guilherme Vereder |
Originário do bairro de Campo Grande, zona oeste do RJ, foi integrante da banda Joana de Barro e também fez parte da gravadora 1Kilo que tinha foco no rap e por onde lançou sete canções. Uma delas chamada “A Proteção” tem mais de um milhão de views no youtube.
Morgado está lançando o single “Traição” (Toca Discos) e recorre à Mpb para falar sobre auto sabotagem e ansiedade.
A canção faz a ponte – ao menos no tema – entre coisas tão dispares quanto Radiohead e Calypso ao abordar este tema unindo “Karma Police” à “A Lua Me Traiu”.
Gravada em um único take de voz e guitarra com toda a ambiência que a envolve sendo colocada depois por Pedro Abdala.
“Traição” é a terceira e última música do futuro EP EgoxMundi e ganhou também um videoclipe intimista todo trabalhado nos tons de vermelho que, segundo Morgado, é para dar a sensação de desolação do personagem.
“Só Se Vive Uma Vez”, dos paulistanos do Anônimos Anônimos é o segundo lançamento da Repetente Records, gravadora de Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher do CPM22.
Formado em 2020 por um pessoal com estrada e experiência acumulada em outras bandas e projetos desde 1999, o AA conta com Flávio Particelli no vocal e guitarra, Roberto Bezerra no baixo e Marcelo Sabino na bateria e nos backing vocals e aborda temas que vão do cotidiano sob a ótica do niilismo otimista até citações de Albert Camus.
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foto: Mateus Brandão |
A canção remete à cena melódica californiana dos anos 2000 e deverá fazer parte do EP Baita Astral que deve chegar as plataformas ainda em 2022 e contará com cinco faixas, além de uma participação Phil Fargnoli, guitarrista da banda CPM22, que além de produzir, ainda toca em uma das faixas.
A single tem distribuição da Ditto Music e ganhou também um videoclipe de cores saturadas e muita energia.
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