Quatro singles que recebemos e que chamaram a atenção logo
na primeira ouvida e que são bem diversos entre si.
Tem para todos os gostos.
Rock Alternativo, folk, rithm and blues e uma tempestade de riffs.
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crédito: divulgação |
A canção que foi produzida por André Zander já está pronta de 2020, mas o Menores segurou seu lançamento devido o adiamento do festival Lollapalooza daquele ano onde pretendiam fazer sua divulgação.
O trio formado Cyro Sampaio (guitarra/voz), Ricardo Mello (bateria) e Celso Lehnemann (baixo) contou ter muito carinho pela composição e por isso queria que seu lançamento fosse em grande estilo.
Junto, veio um clipe muito bonito com direção de direção de Gi Ferreira e fotografia de Pedro Barros e André Djanikian e ainda conta com a singela atuação de Ana Passarinho.
Joni tem uma pegada de R&B que difere um bocado de seus
colegas, e creia, isso é um handicap.
Em seu single de estreia, propõe uma reflexão no mínimo inusitada.
Em tempo de um pessimismo geral (e muitas vezes fundamentado) questiona como
seria a vida se as coisas que fazemos dessem resultados positivos a ponto da
gente não ter que se preocupar com o preço das coisas?
Esse é o mote da bonita “Ficção”,(Canil Records) um ambient com andamento progressivo
ancorados nos beats do músico NoShugah para as vocalizações tranquilas e
sensuais de Joni.
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crédito: divulgação |
O single tem lançamento pela Canil Records e vem acompanhado de um visualizer que ajuda a entender melhor a canção com produção do próprio NoShugah junto com Pedro Campoy.
Paula Raia, uma das cantoras da dupla Tuim lança o single “Os Corpos não são Iguais” (Toca Discos) e pede respeito pelo conjunto de características que tornam as pessoas diferentes entre si e ainda assim belas enquanto indivíduo.
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capa: Laura Fragoso |
A reflexão de Paula acabou expressa no single que ela pretende ser: “-Acolhedor e agregador”.
A divulgação contou com imagens de corpos humanos que foram projetadas em empenas espalhadas pela cidade do Rio de Janeiro, e segundo Paula era para: “-Para colocar a diversidade dos corpos na cidade, mostrar isso no urbano, onde as pessoas vivem, ondem todos convivem.”
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foto: Laura Fragoso |
A música conta com o violão de Victor Ribeiro que também é o produtor musical.
Já o material visual tem direção da própria Paula Raia e artes visuais de Laura Fragoso.
Mas a rifferama não é o único ponto alto da canção.
Os vocais que vão se alterando em progressão e um refrão grudento se unem para fazer o headbanger mais desconfiado bater cabeça e cantar junto.
Porém, uma das coisas que podem emparedar o desempenho do single é a falta de informações sobre a banda.
Depois de procurar em todos os canais oficiais e não oficiais, não encontramos sequer o nome dos integrantes. Apenas que são de Melbourne.
Aí fica difícil.
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